Na Coluna Arquibancada Celeste: Pra ser campeão, não se pode escolher adversários

07/06/2018 às 11:31 por Atualizado dia 07/06/2018 às 11:33

Allan Almeida
Jornalista
Especialista em Comunicação estratégica e branding

Antes mesmo de conhecermos todos os 16 classificados para as oitavas de final da Libertadores, já ouvíamos torcedores, jogadores e até dirigentes do Cruzeiro dizendo que não gostariam de pegar time A ou B logo na primeira fase do mata-mata. Por razões místicas, o destino nos levou a cruzar logo com o clube mais “abominado” nesse momento na competição: o Flamengo, time do cheirinho.

Mas por que temer o rubro negro carioca? Em questão de plantel, as equipes estão bem equiparadas. A Raposa leva uma certa vantagem. Tem a seu favor o maior entrosamento dos atletas e um treinador a mais tempo no cargo. E em um histórico recente, superou o time carioca na final da Copa do Brasil de 2017.

Se o time Celeste quiser ser campeão do torneio continental, terá que impor sua superioridade em campo, independente do adversário. Passando pelo Flamengo, já nas quartas de final, poderá pegar o Boca Júniors, adversário difícil de lidar quando joga em Buenos Aires. Sem falar de grandes equipes Sul-Americanas que podem surgir pela frente, como River Plate, Estudiantes, além das demais equipes brasileiras.

O Cruzeiro é gigante demais e forte o suficiente para temer qualquer adversário que seja. Usando em campo as qualidades de seu grupo e os talentos individuais, caminhará firme rumo ao tricampeonato do torneio continental. E se alcançarmos isso, vale a pena destacar que no Mundial já está garantido um certo Real Madrid. Aí a história muda, mas a postura tem que ser a mesma.


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