Operação Pedra Vermelha, deflagrada hoje, 19/06, em Itabirito-MG, trata de combate a fraudes em licitações e desvio de recursos do Fundi

Os promotores de Justiça e os delegados da PCMG fornecerão mais informações durante coletiva hoje, às 14 h, na sede da PGJ, em BH

19/06/2018 às 10:57 por Atualizado dia 25/06/2018 às 23:09

Foto-Helicóptero da Polícia Civil foi usado na operação de hoje
Credito-divulgação

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria de Defesa do Patrimônio Público de Itabirito, do Grupo Especial do Patrimônio Público (Gepp) e do Grupo de Apoio Operacional Policial (GOP) – ligado ao Núcleo Especial de Combate à Corrupção (Necc), e a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagraram, na manhã desta terça–feira, 19 de junho, a operação “Pedra Vermelha” para combater fraudes à licitações destinadas à contratação de empresas de transporte escolar, de pavimentação e “tapa-buracos” em Itabirito, bem como desvios de recursos públicos na destinação de verbas do Fundo de Desenvolvimento de Itabirito (Fundi).

Os crimes praticados pelos integrantes da organização criminosa provocaram danos ao erário de cerca de R$ 201.260.620, 61 (duzentos e um milhões, duzentos e sessenta mil, seiscentos e vinte reais e sessenta e um centavos), em razão de fraudes à licitações e contratos nulos firmados entre as empresas investigadas e o município de Itabirito entre 2013 a 2018.

A operação contou com a participação de três promotores de Justiça e de três servidores do MPMG, e de 15 delegados e 59 investigadores e escrivães da Polícia Civil.

Foram cumpridos 10 mandados de prisão, incluindo dois secretários municipais de Itabirito, e 17 de busca e apreensão, por indícios da prática de crimes de organização criminosa, fraude à licitação, peculato, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro.

Os promotores de Justiça e os delegados da Polícia Civil fornecerão mais detalhes da operação durante coletiva, hoje, dia 19, às 14h, na sede da Procuradoria-Geral de Justiça (PGJ), na Av. Álvares Cabral, 1690-pilotis, bairro Santo Agostinho, Belo Horizonte.

Fonte: Gepp – Grupo Especial do Patrimônio Público


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