Depressão: Como identificá-la em diferentes fases da vida

14/04/2018 às 13:08 por Atualizado dia 14/04/2018 às 13:08

A depressão é uma doença. Atualmente, a palavra tem sido usada para tudo, o que banaliza e atrapalha o diagnóstico de quem realmente possui a doença. Ela pode se manifestar em diferentes fases da vida, cada uma delas com as suas peculiaridades. Quando antes percebidos os sintomas, melhor de tratar e melhorar a qualidade de vida de que a possui.

Na infância e na idade senil, é mais difícil percebê-la. Já na fase adulta é mais comum ser notada pela própria pessoa ou mesmo por pessoas próximas que percebem a mudança de comportamento. Porém, nessa fase, a pessoa só consegue ser ajudada se quiser.
Veja aqui alguns sinais de depressão nas diversas fases da vida:
 

Na infância

Sintomas:

  • Irritabilidade
  • Queda no rendimento escolar
  • Fadiga
  • Angústia
  • Ansiedade
  • Dores corporais

Além dos sintomas citados, podem existir outros como: falta de vontade para brincar e fazer xixi na cama. Em observando esses sintomas, é importante levá-lo (a) a um pediatra que fará um diagnóstico preciso se se trata ou não de depressão, para então iniciar um tratamento psicológico em caso afirmativo da doença.

Na adolescência

Sintomas

  • Mudança no apetite
  • Pensamentos suicidas
  • Agressividade
  • Postura antissocial

Na adolescência, alguns sentimentos são comuns. O corpo passa por mudanças físicas e hormonais, tudo isso mexe com a mente. Mas é preciso observar bem o comportamento dos adolescentes, principalmente porque depressão na adolescência pode levar à morte ou mesmo a sérios abusos de drogas, bebidas e outros que se tornam mais difíceis de se tratar na fase adulta.

 

Na maturidade

Sintomas:

  • Amargura
  • Tristeza
  • Isolamento
  • Alterações repentinas de humor
  • Insônia
  • Perda de libido

Esses são alguns sintomas comuns, tanto na fase adulta quanto na fase senil. A fase adulta requer decisões difíceis e abruptas. Isso leva muitos “jovens” adultos à depressão. Bem como na fase senil, é comum que se perca a vontade de realizar determinadas tarefas, mas é preciso observar o que não está dentro do normal. Qualquer comportamento estranho deve ser relatado a um médico que irá orientar qual a melhor forma de tratamento.
 

Flávia Rosa/Assessoria de Imprensa-SADEB


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