A greve dos caminhoneiros e o abastecimento nos supermercados mineiros

24/05/2018 às 19:02 por Atualizado dia 24/05/2018 às 19:02

De acordo com a AMIS, a situação mais preocupante se refere aos alimentos perecíveis. Para outras categorias, os supermercados possuem estoque médio de segurança em torno de sete dias
Crédito-Tino Ansaloni

A Associação Mineira de Supermercados (AMIS) informa que, após levantamento feito junto às principais redes do setor nas diferentes regiões de Minas Gerais, identificou que a condição de recebimento de mercadorias se agravou nesta data, provocada pelos bloqueios nas rodovias em território mineiro e em outras unidades da Federação.

A  situação mais preocupante se refere aos alimentos perecíveis, que normalmente não são estocados pelos supermercados, pois, pela característica desses produtos, necessitam de reposição constante, notadamente verduras, legumes, frutas, carnes in natura e produtos lácteos.

Para outras categorias, os supermercados possuem estoque médio de segurança em torno de sete dias, tais como massas, arroz, feijão,biscoitos, grãos, leite longa-vida, açúcar, bebidas, farináceos, matinais, condimentos, doces, higiene e beleza, limpeza e não alimentos em geral. Neste caso, o risco de falta de produtos nas lojas no curto
prazo é menor, mas preocupante em médio prazo.

A AMIS reitera que considera legítimo o direito de manifestação da categoria profissional dos caminheiros contra os constantes aumentos nos preços dos combustíveis e se solidariza com a classe. Mas, alerta para a importância do diálogo entre manifestantes e autoridades, de maneira a permitir o restabelecimento do fluxo de logística do País.

Departamento de Comunicação/Associação Mineira de Supermercados 


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